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Tudo sobre bursite trocantérica

Saiba o que é Bursite Trocantérica e como trata-la!

Escrito por
Os Pilateiros

Tudo sobre bursite trocantérica

Publicado em
1/12/2021
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O que é bursite trocantérica?

A bursite trocantérica, também conhecida como dor no sacro, é uma inflamação da bolsa de gordura localizada na parte inferior do sacro, seguindo o sulco interglúteo. Geralmente se apresenta devido a sobrecarga repetitiva de exercícios de impacto (por exemplo: andar), em casos de obesidade, ou patologias degenerativas do aparelho locomotor, como a artrose e a osteoartrite.

O mundo dos exercícios pode ser dividido em três tipos: aeróbico, anaeróbico e resistido. O treinamento de resistência é aquele em que o atleta executa as séries ou as repetições com uma resistência maior do que a da força máxima, e pode ser feito com pesos ou utilizando aparelhagem. É um tipo de treinamento que trabalha os músculos e o condicionamento físico. Já a bursite trocantérica é uma inflamação na bolsa de gordura da região inferior do sacro, localizada entre os glúteos máximo e médio. A bolsa de gordura é uma espécie de amortecedor que protege os ossos, tendões e ligamentos da região da coluna vertebral onde se encontram.

Causas da bursite trocantérica

A bursite trocantérica é consequência do atrito das porções mais profundas dos tendões e ligamentos que se apoiam na raiz do osso (diáfise) quando posicionados sobre a bolsa de gordura. Por ser uma inflamação do local, o tratamento para bursite trocantérica é feito com analgésicos e anti-inflamatórios. Os exercícios que utilizam impacto são os que mais geram lesões, e por isso devem ser evitados quando a bursite trocantérica está presente.

O impacto é uma força exercida sobre o corpo que pode ser comprimento (por exemplo: ficar em pé), compressão (por exemplo: salto) ou tração (por exemplo: carregar pesos). Muitas vezes, exercícios com impacto são utilizados para treinar força ou definir partes do corpo.

Para evitar a bursite trocantérica, os melhores exercícios são aqueles sem impacto. Para quem quer definir a região, deve-se apostar num treino com pouco peso e repetições mais curtas. Os melhores exercícios para isso são o agachamento, flexionar as pernas e o extensor das pernas.

Quais os melhores exercícios para tratar bursite trocantérica?

Existem vários exercícios que podem ser feitos para tratar uma bursite trocantérica. O importante é não utilizar impacto nos exercícios, e de preferência fazer os exercícios com o mínimo de peso possível. Os melhores são aqueles em que o atleta executa as séries ou as repetições com uma resistência maior do que a da força máxima, e pode ser feito com pesos ou utilizando aparelhagem.

Os melhores exercícios, segundo os especialistas, são os que exigem menores impactos e maiores resistências. São bons para evitar a bursite trocantérica: o agachamento, flexionar as pernas e o extensor das pernas.

O atleta deve evitar o impacto e ter uma força maior do que a necessária para conseguir realizar determinada tarefa. Além disso, é importante treinar apenas um lado da musculatura por vez, para não gerar desequilíbrios, que pioram o problema.

Quais os principais sintomas da bursite trocantérica?

Os sintomas que caracterizam a bursite trocantérica são dor, geralmente aguda e intensa, na região da parte inferior do sacro, localizada entre os glúteos máximo e médio. Algumas vezes há pouca ou nenhuma dor, mas geralmente cresce durante atividades como correr. A perda de força é outra complicação.

Existem casos em que a bursite trocantérica aparece sem causa aparente, por isso essas pessoas são chamadas de "portadores assintomáticos". Nesses casos, o problema é mais frequente em mulheres e pode surgir após um período longo sem atividades físicas.

Outra situação em que a bursite trocantérica aparece está relacionada à obesidade: as pessoas corpulentas têm uma maior pressão no local, o que acaba fragilizando as bolsas de gordura. Na raridade dos casos, essa fragilização leva a um adoecimento da bolsa à parte inflamação do tendão.

Como o diagnóstico é feito?

No caso de dores agudas no abdômen, podem ser diagnosticadas como uma bursite trocantérica. Assim que a pessoa apresentar esses sintomas, procure um médico que verificará se ela está ou não com uma inflamação na região dos glúteos. Um exame clínico bem realizado vai mostrar com certeza se há alguma coisa errada. Isso porque a bursite trocantérica está relacionada a uma inflamação nos tendões e ligamentos da região.

Outra possibilidade é o diagnóstico através de ressonância magnética, mas ela só pode ser feita depois que um médico sugerir essa prova por meio de exames anteriores. Como a bursite trocantérica não apresenta outros tipos de problemas, não há necessidade de fazer cirurgias ou algum tipo de tratamento com raios X ou outros exames antes de começar um tratamento.

Os exames de imagem não são recomendados para diagnosticar bursite trocantérica, mas sim apenas para descartar algo mais grave. O problema é que os doentes costumam se preocupar muito com a possibilidade de serem diagnosticados com câncer na região da virilha, e isso acaba gerando demora no diagnóstico. Por esse motivo, é importante explicar aos pacientes que as chances desse mal ser o principal problema são mínimas.

Quais os principais tratamentos?

A bursite trocantérica não costuma ser um problema grave ou que gere consequências no longo prazo, mas deve ser tratada para evitar complicações e garantir a melhora do atleta o mais rápido possível. Há vários remédios que podem ser usados para controlar a situação: anti-inflamatório (Ibuprofeno), calmante (Diazepam) e Betametasona, uma droga anti-inflamatória potente.

No caso de atletas, o ideal é dar um descanso das atividades físicas por alguns dias para permitir que a inflamação volte ao normal e não prejudique os músculos. Quando isso acontece, é preciso usar remédios específicos para diminuir o inchaço causado pela bursite trocantérica. Se há perda de força muscular, pode ser bom tratar com vitaminas B e C. Geralmente não há necessidade de internamento ou cirurgia.

No caso de emergência, quando a dor é muito forte e piora com as atividades físicas, unissex e não usar bermuda para correr. O jogador precisa melhorar a respiração durante as partidas, já que isso melhora o fluxo sanguíneo na região da virilha. Quem sofre de unhas encravadas também pode apresentar esse tipo de problema na hora do jogo. É necessário ter um cuidado maior com os nervos na região, pois eles podem ser muito afetados pela bursite trocantérica.

O tratamento vai depender do tipo de inflamação, da intensidade dela e da lesão sofrida pelo indivíduo. Geralmente ocorre um desconforto pequeno no local onde apareceu a inflamação, além da dor em atividades com maior impacto na região (por exemplo, nos casos dos jogadores que fazem muitas corridas). No caso específico do esporte, o remédio usado é o anti-inflamatório adesivo.

Como evitar a bursite trocantérica?

A bursite trocantérica é causada por uma lesão nos tendões e ligamentos da região. Se ela não for tratada, pode haver dor forte que atrapalhe as atividades físicas. O ideal é tentar prevenir a bursite trocantérica evitando alguns hábitos que podem facilitar o surgimento dela:

É preciso também ter cautela ao realizar muitas atividades físicas, principalmente as que levam maior impacto na região;

Na época de fortes chuvas, a bursite trocantérica pode acontecer com frequência por causa das lesões no local. Por isso, é sempre bom evitar a adolescência em campos alagados.

Saiba mais em Exercícios para Dor Lombar, Pilates para Cervicalgia.

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