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Pilates para Parkinson

Você sabia que o mal de Parkinson, doença que afeta principalmente os idosos, pode ter seus sintomas diminuídos com o método Pilates? Além disso, o Pilates é uma modalidade física prazerosa para qualquer um.

Pilates para Parkinson

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Pilates para Parkinson: Tenha resultados reais!

O Pilates para Parkinson pode construir resultados efetivos para o paciente desta doença. O mal de Parkinson, é uma doença crônica, progressiva e degenerativa ao Sistema Nervoso Central (SNC) que, afeta mais de 2% da população mundial com mais de 65 anos. Anualmente, surge um pouco menos de 10 casos novos para cada 100.000 (cem mil) pessoas abaixo dos 50 anos, enquanto surgem pelo menos 300 casos novos para cada 100.000 (cem mil) pessoas que tem a idade entre 88 e 99 anos.

A principal condição afetada no corpo é a produção de dopamina, um neurotransmissor que atua na regulação motora de movimentos voluntários, além da sua atuação na memória, humor e principalmente, garante a sensação de prazer.

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A doença, no entanto, não afeta a capacidade intelectual do paciente, e também não é contagiosa, como alguns pensam. A falta de dopamina interfere no circuito de recompensa do nosso cérebro, isso quer dizer que quando nos alimentamos ou fazemos alguma coisa que gostamos nosso cérebro interpreta como prazeroso e reflete em sensação de bem estar. Uma vez afetado pela doença essas sensações tornam-se deficitárias

Como afeta os movimentos voluntários do corpo, provoca sintomas motores, como tremores, lentidão de movimentos, rigidez muscular, desequilíbrio e até mesmo alterações na fala ou na escrita.

Todavia, existem alguns fatores de risco, como:

  • A idade: a doença é mais comum de encontrar em pessoas da terceira idade, portanto, o risco aumenta conforme a idade.
  • O gênero: homens acabam desenvolvendo mais a doença que mulheres, segundo pesquisas.
  • A hereditariedade: familiares com o quadro dessa doença aumentam as chances de a pessoa desenvolver o mal de Parkinson.

O Método Pilates pode ser recomendado para pacientes que tenham essa doença, independentemente da idade, pelo fato de ser um treino que atua na reeducação do aluno, desde a respiração até movimentos voluntários, que exigem alto nível de concentração.

Abaixo, entenda mais sobre como funciona o mal de Parkinson e como o Pilates pode auxiliar no tratamento dessa doença.

Pilates e o Parkinson

O mal de Parkinson é uma enfermidade classificada e descrita em 1817, pela primeira vez, pelo médico inglês James Parkinson. Através dos estudos iniciais observaram dois tipos: a fase de tremor e a fase de rigidez.

O Parkinson é uma doença neurológica que afeta os movimentos, causando tremores, lentidão em movimentos simples, rigidez muscular, desequilíbrio, além de alterações que podem ser severas na fala e na escrita.

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Ela não é fatal, contagiosa e também não afeta a capacidade intelectual do enfermo, como descrito no tópico acima.

A enfermidade Parkinson foi descoberta em 1817, pelo famoso médico inglês James Parkinson. Seus estudos mostraram duas fases da doença, elas são: as fases de tremores e as fases de rigidez.

O Parkinson é uma doença do tipo neurológica que o faz movimentar involuntariamente partes do seu corpo, de um dedo até o corpo inteiro, causando tremores, lentidão em movimentos simples e pequenos, rigidez muscular, desequilíbrio e podem afetar também a fala e a escrita dependendo do grau que se encontra.

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Esta enfermidade não é letal, não é contagiosa e não afeta a capacidade intelectual do enfermo, como é dito acima.

A doença surgiu pelo fato da degeneração das células que estão situadas em uma região do cérebro  que se chama substância negra. Essas células chamadas de substância negra são  degeneradas, e isso causa o Parkinson, isso acontece pelo fato da substância negra conduzir informações nervosas para o organismo, e sem elas o movimento se transforma difícil.

A degeneração diminui os níveis de dopamina no corpo, e afeta os movimentos e a coordenação motora do indivíduo, isso provoca  rigidez e tremores ou até os dois de uma só vez.

Como dito acima, o indivíduo que sofre desta doença irá apresentar diversas dificuldades em seus movimentos, por conta destes sintomas: lentidão, desequilíbrio muscular  e alteração na fala e na escrita dependendo do grau em que se encontra.

Sobre seus sintomas, a enfermidade Parkinson contém 4 principais características que apresentam ser a doença, elas são.

  • Tremores: dificuldade de movimento preciso e lentidão.
  • Acinesia ou Bradicinesia: lentidão e diminuição dos movimentos voluntários.
  • Rigidez: enrijecimento dos músculos, principalmente no nível das articulações.
  • Instabilidade Postural: dificuldades relacionadas ao equilíbrio postural, com a possibilidade de quedas frequentes.

A partir dessas informações, os estudos mostram que não necessariamente o diagnóstico é feito a partir dos 4 sintomas específicos. Os dois ou três primeiros sintomas acima, já podem ser considerados para conter a doença de Parkinson, após o diagnóstico o indivíduo deve ser tratado como portador da enfermidade.

Os sintomas aparecem lentamente e progressivamente, geralmente acontece em apenas um lado do corpo, mão direita ou dedo indicador por exemplo. O portador da doença irá observar que não é possível realizar seu movimentos da mesma forma que o do outro lado do corpo, como por exemplo a outra mão.

Um ponto importante para realizar movimentos sem muita dificuldade é respiração. Elas promove a concentração para o movimento que deseja realizar, desde que o faça de forma consciente e lenta

O Método Pilates para o tratamento de Parkinson

O Método Pilates, criado e desenvolvido por Joseph Pilates, como dito anteriormente, atuará especificamente na reeducação do paciente, desde a respiração consciente (apesar de involuntária), até os grandes movimentos que exigem um certo nível de concentração.

O Pilates é um treinamento físico do corpo e da mente, com base em seis princípios fundamentais: a concentração, o controle, a centralização, a fluidez dos movimentos, a respiração e a precisão.

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Modalidade considerada como um sistema único de exercícios, que une alongamento, fortalecimento, coordenação motora, equilíbrio, atuando ainda na capacidade pulmonar e na redução no risco de lesões, devido aos movimentos executados com baixo impacto ou pressão sobre as articulações (medida que pode causar dor).

O método Pilates é uma modalidade de atividade física indicada para praticamente todos os indivíduos, mesmo aqueles com restrições, devido a versatilidade que proporciona.

O portador do mal de Parkinson apresenta uma musculatura rígida e alterações posturais, com perceptível postura cifótica, que interfere na mobilidade da coluna torácica e comprometendo a expansibilidade do tórax do enfermo, com isso comprometendo no padrão respiratório e na troca gasosa, e passando a utilizar a musculatura acessória para o ato da respiração.

Além de alterações posturais, observa-se alternações cognitivas e de comportamento, isso ocorre porque a doença afeta partes do cérebro que controlam a atenção, o pensamento e a memória. Pode apresentar problemas relacionados a esquecimentos e dificuldade para organização das tarefas diárias, chegando a casos mais graves a ter alucinações e delírio

Com o método Pilates, através do treino respiratório objetiva a mudança na capacidade de expansão pulmonar e melhora na qualidade de respiração, mudando o padrão da doença, o que proporciona ao paciente uma conquista gigantesca: uma melhor expansibilidade torácica e consequente respiração.

Outro ponto importante da respiração é que promove concentração para o movimento executado, uma vez que precisa direcionar atenção para a atividade e também concentração para que o exercício seja executado de forma consciente e lenta.

Os principais exercícios de Pilates para Parkinson

Os exercícios específicos de mobilidade e alongamento repercutem de forma significativa no padrão postural, que são extremamente necessários porque o paciente tende a adotar uma postura de prostração devido aos sintomas, diminuindo o espaço necessário para a expansão pulmonar durante o ato involuntário da respiração, levando-o a ter, cada vez mais, uma respiração prejudicada e difícil.

O fortalecimento muscular também deve ser incluído durante as aulas, dessa maneira, repercutindo de forma positiva na coordenação motora, no controle postural, na estabilidade da coluna e no equilíbrio.

Com isso, a execução dos exercícios flui de maneira mais efetiva, uma vez que conseguimos diminuir o padrão de rigidez, para isso, movimentos com rotação e balanços breve do tronco e das extremidades proporcionam um relaxamento e melhora da mobilidade ao indivíduo, para que consiga realizar as atividades subsequentes.

Os exercícios tem por objetivos estimularem coordenação motora, controle da estabilidade de tronco e da respiração.

  • Exercício em pé no Cadillac, segurando a barra móvel acima da cabeça, com leve inclinação de tronco à frente. Mantenha o Power house ativado e flexione os joelhos de forma alternada.
  • Exercício no Cadillac em Decúbito Dorsal, com 1 mola de mão e 1 mola de pé, para dissociar.
  • Exercício de rotação sentado na bola, segurando o Magic Circle e girando o tronco.

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